Programação

Sala de Exposições

Horários

09/07/2026 • 14:30h
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19/07/2026 • 14:30h

Exposição: Noite de Temporal

Entrada franca
Exposição individual do artista Alex Domingues
Abertura: 7 de julho às 18h na Cinemateca Capitólio
Visitação: De 7 de julho a 23 de agosto. Terça a domingo, das 14h às 19h
Local: Cinemateca Capitólio
Endereço: R. Demétrio Ribeiro, 1085, bairro Centro Histórico, em Porto Alegre.

VISITAÇÃO

DE 7 DE JULHO A 23 DE AGOSTO
De terça à domingo, 14h30 às 19h – Entrada franca

O artista Alex Domingues, 25 anos, inaugura no dia 7 de julho, terça-feira, às 18h, a exposição “Noite de Temporal” na Galeria da Cinemateca Capitólio em Porto Alegre. A obra é uma instalação audiovisual composta por dez cenas em looping que fragmentam a narrativa de um thriller psicológico. Personagens solitários atravessam uma mesma noite de tempestade em que tudo parece falhar — a luz, o sono e o sentido, assombrados por um mesmo símbolo ambíguo: a velha gravura do pato/coelho. A visitação segue até o dia 23 de agosto, de terça a domingo, das 14h às 21h. O projeto foi financiado através do Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural de Porto Alegre (Fumproarte) de 2025.

Gravado em março de 2026, em Canoas e Porto Alegre, o elenco é formado por Andressa Matos, Beatriz Martini, Bruno Krieger, Leandro Schirmer e Renata de Lélis. Na obra, a temporalidade assume um aspecto ambíguo. Como se a ruptura com o tempo linear fosse utilizada para reforçar a oscilação permanente entre estados, como o sono e a vigília, a decisão e indecisão, e o começo e fim. Uma ambiguidade que nunca se resolve, assim como a própria gravura que inspirou todo o processo, que se alterna indefinidamente entre o pato e o coelho, nunca permitindo a quem observa sentir certeza sobre o que está vendo. As cenas que formam a obra são: Gritar, gritar e ninguém escutar (5’47”); Dormir com um olho aberto (8’11”); Dançar ao som do trovão (6’42”); Volto logo (5’10”); Tentar, tentar e não sair do lugar (5’47”) As sombras também são fantoches (3’17”); Os sonhos são tão importantes quanto a vida desperta (13’35”); Já fez sua escolha? (4’11”); Uma gota que cai (5’40”); e Espelho embaçado de vapor (8’6″).

A exposição conta com apoio da Cinemateca Capitólio, Câmera Care, Loca Lúmen, Locall, Metropolitano RS – Ecossistema Audiovisual, Vesper, Bar e Restaurante Vinte e Quatro e Casa das Artes Villa Mimosa. Projeto contemplado com o Concurso de Produção Artística – Secretaria Municipal de Cultura – FUMPROARTE – 2025. A ficha técnica do projeto conta com produção do Instituto Tórus, produção audiovisual da produtora O Estranho e produção executiva por Isadora Müller. A expografia é de Gabriela Fröhlich e a montagem de Klaus Kellermann. O design visual é de Ítalo Teixeira, gestão de comunicação de Laura Yang e assessoria de Imprensa por Wender Zanon. A acessibilidade é de Valentina Cherubini e a audiodescrição de Bruno Krieger. A direção de fotografia e colorização são assinadas por Lui Apollo. Já o desenho de Som, mixagem e som direto são assinadas por Marcelo Armani. Na direção de arte Julia Trespalier e na direção de produção Bruno Krieger. Assistência de direção de Léo Moura, 1a assistência de câmera Lorenzo Telles, 2a Assistência de Câmera Helen Marquat, fotografia still por Edson Filho, na assistência de arte Isabel Sheridan, caracterização por Juliane Senna, microfonista Diego Bertini, assistência de som Liane Strapazzon, e na elétrica e maquinaria Bianka Weber, Bruna Dahmer e Dudu Careca

A produção da obra audiovisual e curadoria da exposição são assinadas pelo Instituto Cultural Tórus, de Laura Cattani e Munir Klamt, ambos artistas, curadores e pesquisadores. Laura Cattani é graduada em Artes Cênicas pelo DAD/UFRGS, mestre e doutora em Poéticas Visuais pelo PPGAV-IA-UFRGS. Munir Klamt é bacharel em Pintura pelo Instituto de artes UFRGS, mestre e doutor em Poéticas Visuais pela mesma instituição, realizou pós-doutorado no PPGAV-UnB, é professor na UFRGS. Engajados em criar formas de colaboração e valorização da produção artística, são idealizadores do coletivo, uma plataforma de projetos em arte contemporânea, como forma de integrar experiências de imersão e compartilhamento artístico; e Arquipélago 2020, um espaço online de compartilhamento de processos criativos durante a pandemia. Ambos trabalham e vivem juntos e Ío é seu alter ego feminino, a entidade que assina as obras. Desde sua criação em 2003, a Ío tem realizado obras e exposições que nascem de reflexões abarcando temas que vão desde as paixões humanas aos crimes contra o patrimônio artístico, passando por questões sociais e de gênero, linguística, física, biologia e mitologia.

Mais informações sobre o artista

Para 2026, além do lançamento do longa-metragem “M.U.S.A”, o artista foi um dos selecionados para o Projeto Potência pela Galeria Ecarta.

Em 2025, teve sua primeira exposição individual Villa-Domingues em 2025, com curadoria de Bruna Fetter. Participou de exposições coletivas pelo Brasil e mundo, como a Flicker/draft (Folkestone, Inglaterra, 2026), Utopia Cuir (Espaço UM55, São Paulo, 2026), Panorama 7 (Funarte MG, 2026), Mostra de Videoarte Ciclos (CCCRJ, 2024) e FAC – Festival Audiovisual de Cultura (Santa Bárbara, MG, 2023). No Rio Grande do Sul, participou de Dedos Cruzados, na Casa de Cultura Mario Quintana, e Nem Tudo é Azul, na Pinacoteca Rubem Berta, entre outras.

Assina a produção executiva de diversos projetos, desde curtas-metragens a outros formatos artísticos, como artes visuais, música e moda, somando mais de 15 projetos contemplados em editais como FAC-RS, LPG – Lei Paulo Gustavo e PNAB – Plano Nacional Aldir Blanc. Em 2025, realizou a Oficina Cinema Estranho na escola Bento Gonçalves, no bairro Mathias Velho em Canoas, com duração de 80 horas. A oficina possibilitou a formação artística-técnica de 15 estudantes, resultando no curta-metragem A Cápsula do Tempo, que circulou em festivais de cinema estudantil como o Visões Periféricas (RJ), o FECEA (Alvorada – RS) e o FECIC (Canoas – RS), onde venceu o prêmio de melhor filme do júri.

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