Programação

    A Cinemateca Capitólio mantém uma programação regular de cinema, com sessões de terça a domingo. A compra de ingressos é realizada somente em dinheiro, com meia entrada para idosos acima de 60 anos, estudantes e municipários. A abertura da bilheteria acontece 30 minutos antes de cada sessão e o fechamento 15 minutos após o início da sessão.  

                                                                          Confira aqui a programação completa da Cinemateca Capitólio.
     

Horários: 19:00h
Sala de Cinema

Dia Com (Sem) Arte – 2025

entrada franca
🔸 Kenneth Idongesit Usoro — Voices of Resilience

Voices of Resilience acompanha as vidas de pessoas LGBTI+ e usuárias de drogas que vivem com HIV na Nigéria. O curta revela os mundos dos protagonistas enquanto buscam serviços de redução de danos em espaços subterrâneos.

🔸 Hoàng Thái Anh — The Sister’s Journey

Filmado em estilo documental, The Sister’s Journey explora o cotidiano de uma mulher trans no Vietnã que faz uso de drogas. O curta aborda seus medos relacionados ao estigma, os desafios que enfrenta e o papel fundamental dos serviços de saúde e redução de danos disponíveis.

🔸 Gustavo Vinagre & Vinicius Couto — chempassion

No filme de realismo mágico chempassion, um homem gay relembra seus dias de orgias e de chemsex (prática de atividades sexuais intencionalmente combinadas com o uso de substâncias psicoativas), refletindo sobre o futuro: o seu e o de seus vínculos mais próximos.

🔸 Camilo Tapia Flores — Realce (Highlight)

Realce é um documentário que acompanha dois amigos vivendo com HIV: o DJ Deseo e o ator pornô Fernando Brutto, durante uma de suas apresentações no Carnaval do Rio de Janeiro.

🔸 Camila Flores-Fernández — Ghost in the Park

Ghost in the Park narra as histórias da comunidade do Parque Görlitzer, em Berlim, um local marcado pelo uso e comércio público de drogas. O filme destaca os “ônibus de consumo seguro”, voltados a práticas de uso mais seguras e à redução de transmissão de HIV.

🔸 José Luis Cortés — ¿Por qué tanto dolor?

A obra mergulha nas feridas emocionais e sociais que alimentam comportamentos de risco e processos de dependência

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